Pam Hardy, da selva: tudo o que precisa saber sobre a bela e icónica figura do drag racing

«A minha mãe ligou-me e contou-me, porque não queria que eu soubesse pela notícia», disse Pam em entrevista à CompetitionPlusTV.

O trágico acidente abalou toda a comunidade automobilística. Depois disso, Pam tomou a difícil decisão de se afastar das corridas de arrancada, jurando nunca mais trabalhar com outros pilotos.

No entanto, ela dedicou-se tranquilamente a preservar a memória de Jim Lieberman e participou frequentemente em eventos memoriais dedicados ao seu falecido namorado.

«Todo esse exibicionismo era a sua verdadeira personalidade. Ele simplesmente não o mostrava na pista e depois tornava-se normal, como todos, em casa. Ele tinha um tal instinto, mesmo quando estávamos simplesmente sentados em casa ou a ir a algum lado. Sentíamos sempre a sua presença, onde quer que ele estivesse», diz Pam.

No plano romântico, Pam continuou a sua vida. Sendo uma amante de corridas, casou-se com o proprietário da equipa Funny Car, Fred Frey. Após o divórcio, casou-se com Bill Hodgson, que tunava o Excalibur Corvette Nostalgia Funny Car de George Raindauer.

A verdade por trás das fotos
Ver fotos antigas de corridas de arrancada dos anos 70 é uma viagem fascinante ao passado. Essas fotos capturam não apenas os motores rugindo e as cores vivas daquela época, mas também o espírito de uma comunidade unida por uma paixão comum pela velocidade e pela emoção.

Pam Jungle abriu um novo caminho, provando que as mulheres podem conquistar respeito num desporto dominado pelos homens e, ao mesmo tempo, proporcionou sorrisos e risos a inúmeras pessoas. Ela teve uma vida que não se repete. Uma mulher de classe indiscutível, ela viveu segundo os seus próprios termos — o que mais se poderia desejar?

A influência e o carisma de Pam tornaram-na um ícone, lembrando-nos que a alegria das corridas não está apenas na velocidade, mas também nas ligações que estabelecemos e nas memórias que criamos juntos.

Ao rever estas fotos vintage, recordamos a alegria e o júbilo que marcaram essas corridas. Quase ouvimos o rugido dos motores, sentimos o cheiro de borracha queimada, sentimos a adrenalina da multidão. Chamamos a isso os bons velhos tempos, e eles realmente foram assim. Os tempos eram divertidos e, para dizer o mínimo, fáceis!

Num mundo que muitas vezes parece desunido, essas visões do passado lembram-nos de tempos mais simples, quando a emoção era palpável e o entusiasmo das corridas unia as pessoas.

Pam Hardy participava nas corridas?
Não, Pam Hardy, conhecida como «Pam da selva», não participava nas corridas.

«Não, diabos, e não. Essas coisas podem explodir e pegar fogo», como ela mesma dizia.

Pam Hardy na selva hoje
Hoje, aos 67 anos, Pam Hardy leva uma vida relativamente tranquila, mantendo-se fiel às suas raízes nas corridas de arrancada de nível básico. Ela continua tão vibrante e enérgica como antes — uma mulher verdadeiramente atraente com um charme intemporal.

Pam é conhecida não só pela sua presença lendária no mundo das corridas, mas também por ser uma pessoa honesta e pé no chão. A sua personalidade sincera continua a encontrar eco nos fãs. Pam ainda faz sorrir aqueles que se lembram dos seus dias lendários dentro e fora das pistas.

Obrigado pelas memórias, Pam!